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Só o Senhor é Deus – Bárbara Rebouças

Só o Senhor é Deus

Sempre admirei a multiplicidade esportiva, principalmente levando-se em conta o extremo empenho aplicado pelos atletas que buscam superar desafios, a fim de atingir o êxito nas suas respectivas modalidades de atuação. É interminável a lista de homens e mulheres que integram o elevado patamar de excelência, alcançando títulos honrosos e, principalmente, o reconhecimento por toda entrega na busca pelo aperfeiçoamento, apesar das adversidades.

A prática esportiva, seja profissional ou amadora, carrega um viés que remete à sanidade mental, tendo como consequência os notórios benefícios no tocante ao equilíbrio saudável do corpo. Essa é a prerrogativa que deve envolver o esporte, especialmente para os milhões de torcedores, em todo o mundo, das mais distintas categorias. Mas tornou-se cada mais amplo o nível de absurdos diseeminados no contexto desportivo.

Não bastassem as vergonhosas brigas nos campos de futebol entre as torcidas intituladas rivais, o Brasil, através do  corinthians, conseguiu execrável “proeza” em ir além, da pior forma. O time lançou recentemente um vídeo que promove o clube como uma religião, traçando deliberadamente equiparações com autênticos fundamentos do cristianismo, como a crucificação do Rei Jesus, o batismo nas águas e a oração.  A campanha “Corinthianismo – Fiel até o fim” apresenta o torcedor não apenas como fã do esporte, mas como um adorador que fez do clube sua religião.

No vídeo, um homem carrega uma bandeira semelhante à cruz de Cristo no campo de futebol, enquanto outro é crucificado na trave. Mãos são cravadas pelos 23 anos em jejum de títulos, um homem é batizado, orações são feitas ao time e o ídolo do corinthians, Sócrates, ganha um altar com sua imagem. As pessoas que participam das cenas não são atores, e sim personagens reais que fazem parte da torcida fervorosa do corinthians.

O corinthianismo ainda conta com a oração do “corinthians nosso”, “dez mandamentos” cravados em pedra instalada no estádio, santinhos entregues para torcida e terço próprio. No site da campanha, há uma vela que o torcedor pode acender e um confessionário digital, onde são compartilhados testemunhos de sacrifícios pelo time.

Promover o corinthians como religião, não apenas evidencia a total deturpação de valores desse mundo decaído pelo engano, sobretudo revela a escancarada ausência de temor e tremor ao Deus Todo Poderoso. O que se vê aqui é a clara motivação de conduzir milhões ao culto de adoração ao próprio homem, fazendo do time seu falso deus. Para tanto, cifras astronômicas são investidas em nome de um escárnio, com intuito de promover heresias inaceitáveis. Contudo, esse mentiroso deus futebolístico não foi quem morreu na cruz do calvário e ressuscitou, tão pouco salva pecadores, perdoa iniquidades, regenera caráter e concede vida eterna celestial. O Rei Jesus é o Senhor Soberano, o Leão de Judá, único e suficiente Deus do universo. Apenas ele é a verdade imutável digna de completa adoração.

“Porventura, não sou eu, o Senhor? E não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador, não há fora de mim”. Isaías 45: 21

“Não terás outros deuses diante de mim”. Êxodo 20.3

Bárbara Rebouças

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