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Mensagens Evangélicas de Reflexão

As Cinco Linguagens Do Amor

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As Cinco Linguagens Do Amor
(Do Livro: Como Mudar o que Mais Irrita no Casamento – Gary Chapman)
Em 1992, escrevi As cinco linguagens do amor, um livro que ajudou milhares de casais a resgatar seu relacionamento e criar um ambiente emocional positivo no casamento.
Das cinco lin­guagens do amor, todos têm uma linguagem predominante. Um desses estilos de comunicação toca mais fundo em nossas emo­ções do que os outros quatro. Em maior ou menor grau, gosta­mos de todos eles, mas geralmente temos preferência por um e não abriríamos mão dele por nada. Essa é a linguagem que nos faz sentir verdadeiramente amados.
Quando o cônjuge “fala” conosco nessa linguagem do amor predominante, nosso tanque de amor se enche e nos sentimos seguros. A chave é descobrir a linguagem do amor predomi­nante de seu cônjuge e usá-la em doses maciças, com uma pita­da das outras quatro linguagens como a cereja do bolo. Estou para ver um casamento que não tenha melhorado quando um dos cônjuges ou ambos decidiram seguir esse caminho.
Para ajudar você a começar, apresentarei a seguir um resumo das cinco linguagens do amor e mostrarei por que é tão impor­tante aprender a linguagem predominante de seu cônjuge:
PRIMEIRA LINGUAGEM DO AMOR: PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO
Algumas pessoas se sentem amadas quando ouvem palavras de afirmação. Focalizar os aspectos positivos e expressar aprecia­ção pelas qualidades do cônjuge são atitudes que costumam motivá-lo a aprimorar seu comportamento. Se as palavras de afirmação constituem a linguagem do amor predominante de seu cônjuge, não perca nenhuma oportunidade de oferecer algumas palavras simples de encorajamento:
•     Você fica bem nesse vestido.
•     Hoje você está um gato.
•     Obrigada por levar o lixo para fora.
•     Quero que saiba quão importante você é para mim.
•     Fiquei muito feliz por você ter limpado a cozinha hoje.
•     Obrigada por cortar a grama: o jardim ficou lindo.
•     Que bom que você encheu o tanque do carro. Obriga­do por limpar os vidros também.
As palavras de afirmação podem focalizar as características de personalidade do cônjuge:
•     Você passou bastante tempo com Rebeca ontem à noite. Ela parecia extremamente chateada. Gosto da maneira como você se dedica às pessoas.
•     É tão bom chegar em casa e vê-la animada e feliz por eu estar de volta. Isso é muito importante para mim.
•     Gosto demais de sua espontaneidade. Com você, minha vida é mais interessante.
•     É incrível seu jeito de lidar com os problemas. Você faci­lita muito minha vida com as soluções que encontra.
As palavras de afirmação também podem focalizar as carac­terísticas físicas da pessoa:
•     Seu cabelo está lindo.
•     Gosto do brilho em seus olhos.
•     Já lhe falei como seus seios estão lindos?
•     Olha só esses músculos!
•     Adoro a cor dos seus olhos.
As palavras de afirmação vivificam; as palavras de condena­ção matam. Muitos casais destroem seu relacionamento usando palavras de condenação e julgamento, comentários ríspidos e incisivos. Isso pode mudar quando um dos cônjuges rompe o círculo vicioso de negatividade e começa a usar palavras de amor.
SEGUNDA LINGUAGEM DO AMOR: PRESENTES

Sou formado em antropologia, o estudo das culturas. Até hoje, ninguém encontrou uma cultura em que presentear não seja uma expressão de amor. Um presente diz: “Essa pessoa estava pensando em mim. Olhe o que ela comprou para mim”. Os presentes são provas físicas e visíveis de con­sideração e carinho.

O presente não precisa ser caro. Afinal, o que vale é a inten­ção, certo? A intenção é de fato importante, mas o que faz toda a diferença é sua transformação em gesto concreto. A maioria de nós poderia aprender muito observando nossos filhos. Eles são mestres na arte de presentear e, na maioria das vezes, isso não lhes custa um centavo. Fazem tortas de morango imaginá­rias e nos convidam para comer um pedaço. Criam carrinhos com rolos de papelão e botões e nos dão de presente. Correm para nós com uma flor na mão e entregam-na dizendo: “Pe­guei para você”. Em que momento, a caminho da vida adulta, perdemos esse espírito de presentear?
Qualquer pessoa pode aprender a presentear. Lembre-se de que presentear e receber presentes é uma linguagem fun­damental do amor e tome a decisão de usar essa linguagem com seu cônjuge. O importante não é o preço do presente, mas a consideração que ele demonstra. Use pedaços de pa­pel colorido que encontrar em sua escrivaninha para fazer um cartão para sua esposa. Escreva palavras de afirmação no cartão e entregue-o no dia dos namorados ou, melhor ainda, num dia qualquer. Claro que nem todos os presentes vão sair de graça. Preste atenção nos comentários de seu côn­juge e anote o que ele deseja ganhar. Espere umas três sema­nas e, então, surpreenda-o depois do jantar com o presente desejado.
TERCEIRA LINGUAGEM DO AMOR: ATOS DE SERVIÇO
“Um gesto vale mais que mil palavras.” Sem dúvida, isso é ver­dade para algumas pessoas. Fazer algo por seu cônjuge é uma expressão profunda de amor. Preparar refeições, lavar a louça, passar o aspirador na casa, cortar a grama, lavar o carro, lavar as roupas, limpar o banheiro, trocar a fralda do bebê — todas essas tarefas são atos de serviço. Claro que exigem tempo, esfor­ço, energia e, por vezes, habilidade, mas se essa é a linguagem do amor predominante de seu cônjuge, ao fazer algo que ele aprecie, estará comunicando claramente seu amor.
Em se tratando das responsabilidades da casa, nossa ten­dência é criar hábitos. Formamos padrões de comportamento — ele cozinha, ela lava a louça; ela cuida das roupas, ele corta a grama; ele enche o tanque do carro, ela passa as roupas. Essa rotina não é necessariamente negativa. Em geral, fazemos as coisas para as quais nos sentimos mais capacitados e, se as faze­mos com uma atitude positiva, visando ao bem mútuo, estamos falando a linguagem do amor.
Se as tarefas e responsabilidades já estão bem organizadas em sua casa, você pode acentuar a expressão de amor por seu cônjuge fazendo algo fora de sua lista. Lembre-se, porém, de que seu cônjuge talvez não entenda ou não aprecie inteira­mente seu esforço, como ilustra o seguinte diálogo:

— Querida, você gostaria que eu limpasse os banheiros hoje à noite?

— Você está querendo dizer que eu não estou limpando direito?

— Claro que não! Só pensei que seria bom eu fazer alguma coisa para ajudar você.

Esteja preparado para reações iniciais pouco entusiasma­das. Talvez seu cônjuge leve algum tempo para entender que você está sendo sincero. No entanto, ao completar a tarefa, provavelmente ouvirá algumas palavras de afirmação.

QUARTA LINGUAGEM DO AMOR: TEMPO DE QUALIDADE

Dedicar tempo de qualidade ao cônjuge não é apenas estar no mesmo cômodo ou na mesma casa que ele. E prestar atenção total ao marido ou à esposa. E sentar-se no sofá com a televisão desligada e conversar. E fazer uma caminhada, só vocês dois. É sair para comer, olhar um para o outro, falar e ouvir. Você já observou como é fácil ver num restaurante quem são os namo­rados e quem são os casados? Os namorados olham um para o outro e conversam; os casados comem em silêncio. Para os na­morados, o jantar é tempo de qualidade; para os casados, é uma forma de suprir uma necessidade física. Por que não trans­formar as horas de refeição em expressões de amor dedicando toda a atenção um ao outro, falando e ouvindo?

Comece falando dos acontecimentos do dia, mas não se limite a isso. Converse sobre coisas que estão preocupando seu cônjuge ou planos para o futuro. Ao perceber que estamos interessados em suas idéias e em seus sentimentos, o cônjuge não apenas fala­rá com maior liberdade, mas também se sentirá amado.

Se você deseja surpreender seu cônjuge com uma expressão dessa linguagem do amor, da próxima vez que ele entrar na sala enquanto você estiver assistindo à televisão, desligue o som do aparelho. Dirija-lhe toda sua atenção e, se ele começar a falar, desligue a televisão e conversem. Se ele sair da sala sem dizer nada, você pode voltar a assistir a seu programa, mas lem­bre-se de que o simples ato de colocar-se à disposição do outro para dedicar-lhe tempo é mais importante do que qualquer programa de televisão. O tempo de qualidade é uma lingua­gem do amor poderosa.

QUINTA LINGUAGEM DO AMOR: TOQUE FÍSICO

Não é de hoje que se conhece o poder do toque físico. De acordo com várias pesquisas, bebês tocados com afeto são emo­cionalmente mais saudáveis do que os bebês privados desse toque. O mesmo se aplica aos adultos. Se você já andou pelos corredores de um lar de idosos, deve ter visto pessoas estende­rem a mão, ansiando ser tocadas. Um aperto de mão, um abraço, um tapinha nas costas enchem o tanque de amor de muitas pessoas solitárias.

No casamento, o toque físico é uma das linguagens funda­mentais do amor. Segurar a mão do outro enquanto você agra­dece por uma refeição, colocar a mão no ombro do cônjuge enquanto vocês assistem à televisão, abraçarem-se quando se encontram, ter relações sexuais, beijar — seja um “selinho” ou um beijo apaixonado —, qualquer toque, desde que seja afe­tuoso, é uma expressão profunda de amor.

Lembro-me de que uma mulher comentou comigo: “A coi­sa mais importante que meu marido faz é me beijar no rosto todos os dias quando volta do trabalho. Não importa se o dia dele foi horrível ou o meu. Quando ele me dá um beijo antes de assistir à televisão ou abrir a geladeira, tudo parece melho­rar”. Um homem que participou de um de meus seminários disse: “Nunca saio de casa sem receber um abraço de minha esposa. Ela sempre toma a iniciativa. Quando volto, a primei­ra coisa que ela faz é me abraçar. Alguns dias, esses abraços são a única coisa boa que acontece, mas são o suficiente para me dar ânimo”.

DESCUBRA SUA LINGUAGEM DO AMOR PREDOMINANTE

Pergunte-se qual é sua queixa mais freqüente quanto ao cônju­ge. As queixas revelam sua linguagem do amor. Se você costuma se queixar para seu cônjuge: “Nunca passamos tempo juntos e mal nos vemos”, está dizendo que sua linguagem do amor é o tempo de qualidade. Se seu cônjuge volta de viagem e você pergunta: “Não trouxe nada para mim?”, está revelando que sua linguagem é a dos presentes. Se você diz a seu cônjuge: “Você nunca faz um carinho, eu sempre tenho de tomar a ini­ciativa”, está mostrando que sua linguagem do amor é o toque físico. Se costuma dizer: “Nunca faço nada direito”, está reve­lando que sua linguagem é a das palavras de afirmação. E, se você diz: “Você nunca me ajuda em casa. Sobra tudo para mim. Se você me amasse, faria alguma coisa”, sua linguagem do amor predominante é a dos atos de serviço. Se você não tem motivos para se queixar, isso significa que seu cônjuge está falando sua linguagem do amor, mesmo que você não saiba qual é.

Como descobrir a linguagem do amor predominante do cônjuge? Preste atenção nas queixas dele. Quando nosso côn­juge reclama de alguma coisa, costumamos assumir uma atitu­de defensiva. Se o marido disser: “E tão difícil deixar a casa arrumada? Ela parece mais um chiqueiro”, a esposa provavel­mente responderá com uma rajada de palavras enfurecidas ou desatará a chorar. No entanto, o marido está lhe fornecendo uma informação valiosa sobre a linguagem do amor predomi­nante dele — os atos de serviço. Ouça as queixas de seu cônju­ge e você descobrirá o que o faz sentir-se amado.

A chave para criar um ambiente emocional positivo no ca­samento é aprender a falar a linguagem do amor predomi­nante um do outro e usá-la regularmente. A linguagem do amor de minha esposa é a dos atos de serviço. Por isso, passo aspirador na casa, lavo louça, limpo as persianas e dobro as roupas. Não sou uma pessoa ativa por natureza; prefiro falar ou ouvir. Mas sei que, para minha esposa, esses atos valem mais do que muitas palavras.

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